ODISSEIA...
A odisseia pode-se dividir em 4 grandes partes,
embora tenha sido escrita originalmente em 6 livros...
É com a história de Telémaco que vive em ítaca com a mãe
e que suporta mal a presença dos pretendentes da mãe,
que querem tomar o lugar do Ulisses que havia partido para a guerra de Tróia
há largos anos, que tudo começa. Atena, disfarçada,
aconselha Telémaco a ir à procura do pai e então ele convoca a Assembleia
e decide ir em busca do pai. Vai numa nau até Pilos, a casa do rei Nestor,
que lhe conta certas peripéciasda Guerra de Tróia e da morte de Agamémnon.
Depois, vai até Esparta com o filho de Nestor e,
no palácio de Menelau e de Helena, ouve mais histórias da Guerra.
Enquanto Telémaco procurava pelo pai,
Hermes é enviado por Zeus a Ogígia para ordenar a Calipso que deixe Ulisses partir e,
então, ele faz uma jangada e parte. Em alto mar,
sofre uma tempestade e vai ter à Terra dos Feaces,
onde se encontra com a princesa Nausícaa.
Ela aconselha-o a ir ao palácio e diz-lhe o que deve fazer para obter ajuda
e ser bem recebido. Ulisses, depois de ouvir as histórias do poeta, emociona-se, chora,
e o rei Alcínoo pede para ele contar a sua história.
Ulisses começa então por contar o dia em que deixaram Tróia para trás
e que passaram por várias Terras... No caminho, passaram pela ilha dos ciclopes,
onde ele feriu o filho de Poseidon para fugir da sua gruta.
Atracaram também na ilha da feiticeira Circe,
que transformava os homens em animais (porcos) e segue caminho até ao Hades,
mundo dos mortos, para enterrogar Tirésias sobre o seu futuro.
Lá no Hades fala com companheiros da Guerra e com a sua mãe, que morrera de saudades...
Decide voltar à ilha de Circe e ela avisa-o das sereias, que enfeitiçam os homens,
de Cila e de Caríbdis. Segue viagem, mais outra vez, e vai ter à ilha do Sol,
onde os seus companheiros matam os animais e morrem todos no mar,
excepto Ulisses que vai ter à ilha de Ogígia,
onde permanece 7 anos até Calipso o deixar partir.
Depois, como já contámos vai ter à ilha dos Feaces,
que o ajudam a voltar a ítaca nas suas naus que são melhores que todas
e deixam-no a dormir na terra que há muito tinha deixado! Dá-se, então,
o regresso de Ulisses a ítaca... Primeiro, esconde os tesouros e vai a casa do porqueiro,
onde ouve o porqueiro contar como chegou a ítaca e, disfarçado de mendigo,
conta a sua história inventada. Telémaco, quando regressa,
encontra-se com o pai na casa do porqueiro e Ulisses dá-se a conhecer ao filho e,
juntos, combinam como enfrentar os pretendentes.
Dá-se uma prova de armar o arco e atirar por entre uns machados e Ulisses,
ainda como mendigo, ganha a prova e, de repente, mostra-se como o rei de itaca.
Juntamente com Telémaco, com o porqueiro e com o boeiro mata todos os pretendentes!
Mais tarde, revela-se a Penélope que o testa e comprova que é mesmo o seu marido...
já com tudo "estabilizado" vai visitar o pai, Laertes, que vivia só e triste!
Resumidamente, esta é a História de Ulisses, a Odisseia de Homero,
escrita há já tanto tempo mas que se mantem fiel, através das traduções,
seja em que língua for... Além de tudo, Ulisses tem o seu simbolismo.
O facto dele se transformar por acção da Deusa pode significar que o ser humano
está em contínua mudança, que há forças misteriosas que nos podem ajudar a vencer perigos
que achavamos invencíveis e que a nossa aparência,
a maneira como nos vêem ou nos vemos a nós próprios é subjectiva,
transforma-nos conforme o olhar que sobre nós incide.
embora tenha sido escrita originalmente em 6 livros...
É com a história de Telémaco que vive em ítaca com a mãe
e que suporta mal a presença dos pretendentes da mãe,
que querem tomar o lugar do Ulisses que havia partido para a guerra de Tróia
há largos anos, que tudo começa. Atena, disfarçada,
aconselha Telémaco a ir à procura do pai e então ele convoca a Assembleia
e decide ir em busca do pai. Vai numa nau até Pilos, a casa do rei Nestor,
que lhe conta certas peripéciasda Guerra de Tróia e da morte de Agamémnon.
Depois, vai até Esparta com o filho de Nestor e,
no palácio de Menelau e de Helena, ouve mais histórias da Guerra.
Enquanto Telémaco procurava pelo pai,
Hermes é enviado por Zeus a Ogígia para ordenar a Calipso que deixe Ulisses partir e,
então, ele faz uma jangada e parte. Em alto mar,
sofre uma tempestade e vai ter à Terra dos Feaces,
onde se encontra com a princesa Nausícaa.
Ela aconselha-o a ir ao palácio e diz-lhe o que deve fazer para obter ajuda
e ser bem recebido. Ulisses, depois de ouvir as histórias do poeta, emociona-se, chora,
e o rei Alcínoo pede para ele contar a sua história.
Ulisses começa então por contar o dia em que deixaram Tróia para trás
e que passaram por várias Terras... No caminho, passaram pela ilha dos ciclopes,
onde ele feriu o filho de Poseidon para fugir da sua gruta.
Atracaram também na ilha da feiticeira Circe,
que transformava os homens em animais (porcos) e segue caminho até ao Hades,
mundo dos mortos, para enterrogar Tirésias sobre o seu futuro.
Lá no Hades fala com companheiros da Guerra e com a sua mãe, que morrera de saudades...
Decide voltar à ilha de Circe e ela avisa-o das sereias, que enfeitiçam os homens,
de Cila e de Caríbdis. Segue viagem, mais outra vez, e vai ter à ilha do Sol,
onde os seus companheiros matam os animais e morrem todos no mar,
excepto Ulisses que vai ter à ilha de Ogígia,
onde permanece 7 anos até Calipso o deixar partir.
Depois, como já contámos vai ter à ilha dos Feaces,
que o ajudam a voltar a ítaca nas suas naus que são melhores que todas
e deixam-no a dormir na terra que há muito tinha deixado! Dá-se, então,
o regresso de Ulisses a ítaca... Primeiro, esconde os tesouros e vai a casa do porqueiro,
onde ouve o porqueiro contar como chegou a ítaca e, disfarçado de mendigo,
conta a sua história inventada. Telémaco, quando regressa,
encontra-se com o pai na casa do porqueiro e Ulisses dá-se a conhecer ao filho e,
juntos, combinam como enfrentar os pretendentes.
Dá-se uma prova de armar o arco e atirar por entre uns machados e Ulisses,
ainda como mendigo, ganha a prova e, de repente, mostra-se como o rei de itaca.
Juntamente com Telémaco, com o porqueiro e com o boeiro mata todos os pretendentes!
Mais tarde, revela-se a Penélope que o testa e comprova que é mesmo o seu marido...
já com tudo "estabilizado" vai visitar o pai, Laertes, que vivia só e triste!
Resumidamente, esta é a História de Ulisses, a Odisseia de Homero,
escrita há já tanto tempo mas que se mantem fiel, através das traduções,
seja em que língua for... Além de tudo, Ulisses tem o seu simbolismo.
O facto dele se transformar por acção da Deusa pode significar que o ser humano
está em contínua mudança, que há forças misteriosas que nos podem ajudar a vencer perigos
que achavamos invencíveis e que a nossa aparência,
a maneira como nos vêem ou nos vemos a nós próprios é subjectiva,
transforma-nos conforme o olhar que sobre nós incide.
